Ele possuía traços de serenidade, mas se entregava em seus gestos impulsivos, rosto pueril com olhares de arcanjo perdido, enfim um emanado de opostos completando um ao outro e lhe dando uma característica peculiar: a beleza em seu sentido mais amplo. Atrás de um beijo que não vinha, trocava fluídos, acompanhava sua respiração, num compasso simétrico, pulsava... pulsava... pulsava.
Um dia casual, repleto de pequenos atos trivias que mostravam o quanto aquele momento que parecia aparentemente banal era especial, é na simplicidade que estão os verdadeiros sentimentos e sentidos das coisas.
Um ser audaz em amar, um jovem sábio, meigo carente cheio de manias e vícios, persistente sonhador.
Esta aí um retrato de uma noite, de uma pessoa, de um momento!
domingo, 1 de junho de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Rançoso.
Depois de ter abandonado meu espírito loquaz, estou de volta com ele, mais eloquente do que nunca, haha. Volto ainda com as boas lembranças da Virada Cultural, inesquecível, por um momento Sampa se entrega de corpo e alma a arte, as ruas antes comumente habitadas de pessoas apressadas, gravatas apertadas e relógios por todos os lados, cede por dois dias, o sol vem para agradecer, que dia aquele! Estou pronto para a próxima.
O ponto alto da Virada foi a apresentação da Orquestra Imperial, combinava com o cenário, domingo de sol, cerveja e amigos! Já o ponto baixo foi um vil pichando uma parede, foi vaiado o infeliz!
Em meio a tantos beijos sem sentido, houve um que mexeu comigo, possivelmente se perderá no tempo, mas foi ele que me trouxe de volta aos meus sentidos.
Não abraçando a comodidade, mas certas situações em nossas vidas são inevitáveis, algo ao redor conspira a nos prender naquilo, depois você tem a comprovação de que aquilo foi para o seu bem, queremos sempre as coisas no nosso tempo e vontade, não vendo que talvez aquele momento não seja apropriado. Os encaixes não foram como eu pretendia, mas hoje entendo porque não. Vivo isso atualmente, ansioso para virada de mesa natural!
Dei um largo passo na minha briga ou dialógo com o vitiligo, estou bem confiante, agora tudo começa a fazer sentido.
... ... ... ... ... ... ... ....
OUVINDO NOVOS SONS > Duffy ( ouça MERCY )
Vampire Weekend ( ouça One [ Blake's Got A New Face ] )
Céu ( ouça Malemolência e de quebra Lenda )
Pitty ( a roqueira ganha aura cult com a música "Lágrimas Pretas" )
R.E.M ( eles estão de volta com o delicioso single Supernatural Serious )
Queens Of Stone Age ( Make It Wit Chu )
FILMES QUE QUERO ASSISTIR (alguns ainda nem foram lançados):
Speed Racer - Será que vale a pena ver a pirotecnia dos irmãos Wachowski ? mas quero pagar para ver!
Falsa Loura - só pela crítica do site Pilula Pop... deu vontade!
Ensaio sobre a cegueira e Linha de Passe - torcendo para Fernando Meirelles, Walter Salles e Daniela Thomas em Cannes. E louco para ver o filme por aqui.
Um beijo roubado - prova que Norah Jones é poderosa... haha
Control - Ian Curtis, depois de Kurt Cobain nas mãos de gus van sant, eu quero ver a estréia do fotógrafo como diretor.
O ponto alto da Virada foi a apresentação da Orquestra Imperial, combinava com o cenário, domingo de sol, cerveja e amigos! Já o ponto baixo foi um vil pichando uma parede, foi vaiado o infeliz!
Em meio a tantos beijos sem sentido, houve um que mexeu comigo, possivelmente se perderá no tempo, mas foi ele que me trouxe de volta aos meus sentidos.
Não abraçando a comodidade, mas certas situações em nossas vidas são inevitáveis, algo ao redor conspira a nos prender naquilo, depois você tem a comprovação de que aquilo foi para o seu bem, queremos sempre as coisas no nosso tempo e vontade, não vendo que talvez aquele momento não seja apropriado. Os encaixes não foram como eu pretendia, mas hoje entendo porque não. Vivo isso atualmente, ansioso para virada de mesa natural!
Dei um largo passo na minha briga ou dialógo com o vitiligo, estou bem confiante, agora tudo começa a fazer sentido.
... ... ... ... ... ... ... ....
OUVINDO NOVOS SONS > Duffy ( ouça MERCY )
Vampire Weekend ( ouça One [ Blake's Got A New Face ] )
Céu ( ouça Malemolência e de quebra Lenda )
Pitty ( a roqueira ganha aura cult com a música "Lágrimas Pretas" )
R.E.M ( eles estão de volta com o delicioso single Supernatural Serious )
Queens Of Stone Age ( Make It Wit Chu )
FILMES QUE QUERO ASSISTIR (alguns ainda nem foram lançados):
Speed Racer - Será que vale a pena ver a pirotecnia dos irmãos Wachowski ? mas quero pagar para ver!
Falsa Loura - só pela crítica do site Pilula Pop... deu vontade!
Ensaio sobre a cegueira e Linha de Passe - torcendo para Fernando Meirelles, Walter Salles e Daniela Thomas em Cannes. E louco para ver o filme por aqui.
Um beijo roubado - prova que Norah Jones é poderosa... haha
Control - Ian Curtis, depois de Kurt Cobain nas mãos de gus van sant, eu quero ver a estréia do fotógrafo como diretor.
sexta-feira, 21 de março de 2008
No Divã.
Hoje não vou escrever, apenas vou postar uma entrevista com o psicanalista José Angelo Garsa, por Marianne Piemonte da Folha. Pretendo fazer isso com mais frequência, ainda mais que estou fuçando no meu armário e tem bastante coisa interessante, um vasto material. Obviamente vou editar e publicar os pontos mais interessantes, difícil tarefa, pois a entrevista toda é muito boa.
Detalhe: ele foi da primeira turma de psiquiatria da USP.
FOLHA: E A BISSEXUALIDADE?
J.A.G.: Ótimo, deveria todo mundo ser. Macho com macho é biológico, eles são exibidos e competitivos. Muito do desprezo violento dos homens pelo homossexual vem da educação sexual que eles têm, a família condena e quando saem da família, encontram a gangue, que só fala de sexo - e do pior modo possível. É aquele que diz que mulher você usa e descarta, as moças viram um buraquinho simpático. Eu acho que a educação do macho deveria ser menos dura, porque na infância e adolescência o troca-troca é muito comum.
FOLHA: O QUE O SR. TEM CONTRA A FAMÍLIA?
J.A.G.: Durante 50 anos, oito horas por dia, em 80% do meu tempo só ouvi reclamação de família. Ninguém conhece o reverso da família do que eu. Depois que os filhos têm 20 anos, a família é interessante, quando se encontram, já com posições e opiniões definidas, pode ser simpático. Freud já dizia: o centro da neurose é o complexo de Édipo - e isso é família e ponto.
FOLHA: POR QUE É TÃO TERRÍVEL?
J.A.G.: Está suposto que o pai é bom sujeito, que escuta o que você fala e sabe mais. Tudo chanchada. A maioria é ignorante. Quando me dizem "pai do céu", tenho arrepios! Jeová é um horror de autoridade. A mãe é o inverso. No Brasil, boa parte das mulheres trabalha e fica naquele lamento: " Deveria estar com meus filhos". Não, minha filha! Fique longe, é ótimo para ele. O mal do mundo é o apego, a mãe que tem o filho como objetivo de vida, pelo qual ela sacrifica tudo. Todo mundo pensa que ela não vai cobrar porque é mãe. Ela cobra ferozmente, com choradeira e vitimização. Ninguém faz nada de graça, nem mãe. Metade dos drogados do mundo é consequência de atritos familiares, porque os costumes mudam, mas o pai e a mãe não mudam, estão fora do mundo.
FOLHA: E A SEXUALIDADE DO MUNDO HOJE?
J.A.G.: Dizem que sexo foi liberado depois da pílula, dos hippies, que não existe mais problema...Uma banana! A liberação sexual alcançou frases feitas. "Tenho orgasmo sempre" é o oráculo da mulher moderna. O mundo está carente de contato e acolhida. Freud se concentrou demais em fase anal, oral e genital. Quer dizer que o ser humano é boca, rabo, pinto e fim? Ele esqueceu uma experiência famosíssima. Uma cientista pegou dois chimpanzés recém-nascidos, de um lado colocou uma mamadeira e do outro um paninho felpudo aquecido. Eles mamavam e corriam para o outro lado, o que prova que criança precisa mais do carinho do que de leite. Você tem 2 m² de pele, com 500 mil pontos sensíveis. A pergunta é: quanta gente conhece conhece mais do que 10% da própria pele? Aí entra o sexo automatizado, sempre do mesmo jeito, não experimenta, não expande.
FOLHA: NA VIDA ADULTA, O SR. DESCOBRIU 90% DOS PONTOS RESTANTES?
J.A.G.: Vim a vida inteira procurando expandir isso. Não realizei meu sonho, mas fiz bastante. É difícil, porque, se você tenta lutar a favor da sensualidade, tem de desreprimir mil coisas da infância. Hoje, sei amar uma mulher, aprendi a estar junto de corpo e alma.
FOLHA: É mais importante que o sexo?
J.A.G.: O mais importante é um problema sem solução. a relação sexual é hoje muito mais prática, falada e de pior qualidade. O contexto de pele inteira também tem a questão de olhar nos olhos, de amor, não digo amor eterno. Aproveita-se tão pouco do sexo, quanto nos velhos tempos.
FOLHA: E A FIDELIDADE?
J.A.G.: Não há infidelidade quando existe o tipo de amor em que acredito. Se amo uma pessoa de corpo e alma, o que troco com ela não troco com mais ninguém. se eu tiver amor por outra, não será a mesma troca. Se você ama a pessoa e não o conceito do casamento, não existe infidelidade.
Tem mais, mas quem sabe eu publique o restante depois.
Detalhe: ele foi da primeira turma de psiquiatria da USP.
FOLHA: E A BISSEXUALIDADE?
J.A.G.: Ótimo, deveria todo mundo ser. Macho com macho é biológico, eles são exibidos e competitivos. Muito do desprezo violento dos homens pelo homossexual vem da educação sexual que eles têm, a família condena e quando saem da família, encontram a gangue, que só fala de sexo - e do pior modo possível. É aquele que diz que mulher você usa e descarta, as moças viram um buraquinho simpático. Eu acho que a educação do macho deveria ser menos dura, porque na infância e adolescência o troca-troca é muito comum.
FOLHA: O QUE O SR. TEM CONTRA A FAMÍLIA?
J.A.G.: Durante 50 anos, oito horas por dia, em 80% do meu tempo só ouvi reclamação de família. Ninguém conhece o reverso da família do que eu. Depois que os filhos têm 20 anos, a família é interessante, quando se encontram, já com posições e opiniões definidas, pode ser simpático. Freud já dizia: o centro da neurose é o complexo de Édipo - e isso é família e ponto.
FOLHA: POR QUE É TÃO TERRÍVEL?
J.A.G.: Está suposto que o pai é bom sujeito, que escuta o que você fala e sabe mais. Tudo chanchada. A maioria é ignorante. Quando me dizem "pai do céu", tenho arrepios! Jeová é um horror de autoridade. A mãe é o inverso. No Brasil, boa parte das mulheres trabalha e fica naquele lamento: " Deveria estar com meus filhos". Não, minha filha! Fique longe, é ótimo para ele. O mal do mundo é o apego, a mãe que tem o filho como objetivo de vida, pelo qual ela sacrifica tudo. Todo mundo pensa que ela não vai cobrar porque é mãe. Ela cobra ferozmente, com choradeira e vitimização. Ninguém faz nada de graça, nem mãe. Metade dos drogados do mundo é consequência de atritos familiares, porque os costumes mudam, mas o pai e a mãe não mudam, estão fora do mundo.
FOLHA: E A SEXUALIDADE DO MUNDO HOJE?
J.A.G.: Dizem que sexo foi liberado depois da pílula, dos hippies, que não existe mais problema...Uma banana! A liberação sexual alcançou frases feitas. "Tenho orgasmo sempre" é o oráculo da mulher moderna. O mundo está carente de contato e acolhida. Freud se concentrou demais em fase anal, oral e genital. Quer dizer que o ser humano é boca, rabo, pinto e fim? Ele esqueceu uma experiência famosíssima. Uma cientista pegou dois chimpanzés recém-nascidos, de um lado colocou uma mamadeira e do outro um paninho felpudo aquecido. Eles mamavam e corriam para o outro lado, o que prova que criança precisa mais do carinho do que de leite. Você tem 2 m² de pele, com 500 mil pontos sensíveis. A pergunta é: quanta gente conhece conhece mais do que 10% da própria pele? Aí entra o sexo automatizado, sempre do mesmo jeito, não experimenta, não expande.
FOLHA: NA VIDA ADULTA, O SR. DESCOBRIU 90% DOS PONTOS RESTANTES?
J.A.G.: Vim a vida inteira procurando expandir isso. Não realizei meu sonho, mas fiz bastante. É difícil, porque, se você tenta lutar a favor da sensualidade, tem de desreprimir mil coisas da infância. Hoje, sei amar uma mulher, aprendi a estar junto de corpo e alma.
FOLHA: É mais importante que o sexo?
J.A.G.: O mais importante é um problema sem solução. a relação sexual é hoje muito mais prática, falada e de pior qualidade. O contexto de pele inteira também tem a questão de olhar nos olhos, de amor, não digo amor eterno. Aproveita-se tão pouco do sexo, quanto nos velhos tempos.
FOLHA: E A FIDELIDADE?
J.A.G.: Não há infidelidade quando existe o tipo de amor em que acredito. Se amo uma pessoa de corpo e alma, o que troco com ela não troco com mais ninguém. se eu tiver amor por outra, não será a mesma troca. Se você ama a pessoa e não o conceito do casamento, não existe infidelidade.
Tem mais, mas quem sabe eu publique o restante depois.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Todo Carnaval Tem Seu Fim.
Meus amigos já haviam profetizado sem cartas na mesa o "fim", subestimei seus conhecimentos sobre mim, mas no meu âmago e do dele já prevíamos o final dessa relação. Amar na prática é bem dificultoso , envolve concessões mútuas, não aguentei ser segundo plano de alguém, ou é uma relação intensa ou uma efêmera, o quase me sufoca. Longe de confetes, fiquei na minha sala vendo filmes, logo abaixo digo quais que assisti. Quando tudo parece melancólico , num sábado de manhã, acordo disposto e com uma sensação de alívio, sem peso, com uma alma sossegada. Encontro minha gran amiga e ela me diz: - Quanto tempo não te vejo assim!. Diferente da semana passada que eu estava lívido, lá vamos nós nas noites modernas. O escuro representa segurança ou talvez a covardia, revela nossos pecados íntimos, nos acolhe como um diabo querendo nossa alma. Como na noite não há só trevas, os seres étereos surgem também para suprir nossa ausência de carinho. Seria mesmo o afeto o anjo e o sexo o demônio? que pergunta com ares cristão! Ou será que o demônio são nossos desejos reprimidos, temos tanto medo deles e assim personificamos ele como o "mal"?.
Filmes:
Manderlay: é inútil ser Grace...
Pecados Íntimos: desejos fantasmagóricos juvenis surgindo no universo adulto..seria mesmo juvenis ou surgem com mais força na puberdade, mas sempre está conosco adormecido?
Reflexão:
Por medo da solidão as pessoas suportam o insuportável tentando manter a estabilidade do vínculo, e não raro se tornam dois estranhos ocupando o mesmo espaço físico.
Regina Navarro Lins
Mais que as idéias, são os interesses que separam as pessoas.
Alexis Charles Henri Clérel de Tocqueville
Conhece-se o caráter das pessoas na bebida, no divórcio e nas reuniões de condomínio.
Sergio Graciotti
Nenhum ferro apunhala o coração com tanta força quanto uma interrupção brusca imposta no momento certo.
Isaac Babel
Melhor a crítica franca do que o amor sem franqueza. Pv 27:5
Rei Salomão
Diz-se que se conhece uma pessoa após comer com ela um saco de feijão. Eu diria que se conhece uma pessoa quando se para de comer o feijão com ela.
Sonia de Aguiar
Existe uma necessidade absoluta de se sentir desejado e, neste círculo do desejo, é muito raro que dois desejos se encontrem e se correspondam, o que é uma das grandes tragédias do ser humano.
Pedro Almodóvar
Filmes:
Manderlay: é inútil ser Grace...
Pecados Íntimos: desejos fantasmagóricos juvenis surgindo no universo adulto..seria mesmo juvenis ou surgem com mais força na puberdade, mas sempre está conosco adormecido?
Reflexão:
Por medo da solidão as pessoas suportam o insuportável tentando manter a estabilidade do vínculo, e não raro se tornam dois estranhos ocupando o mesmo espaço físico.
Regina Navarro Lins
Mais que as idéias, são os interesses que separam as pessoas.
Alexis Charles Henri Clérel de Tocqueville
Conhece-se o caráter das pessoas na bebida, no divórcio e nas reuniões de condomínio.
Sergio Graciotti
Nenhum ferro apunhala o coração com tanta força quanto uma interrupção brusca imposta no momento certo.
Isaac Babel
Melhor a crítica franca do que o amor sem franqueza. Pv 27:5
Rei Salomão
Diz-se que se conhece uma pessoa após comer com ela um saco de feijão. Eu diria que se conhece uma pessoa quando se para de comer o feijão com ela.
Sonia de Aguiar
Existe uma necessidade absoluta de se sentir desejado e, neste círculo do desejo, é muito raro que dois desejos se encontrem e se correspondam, o que é uma das grandes tragédias do ser humano.
Pedro Almodóvar
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Ânsia ...
Porque no começo das relações humanas somos tão intensos e no final das contas não aguentamos e sucumbimos a maldita rotina?. Esquecemos um dos outros, você acorda e se vê sozinho, olha do lado não tem ninguém, tudo parece tão intangível. E consequentemente nos vimos como vácuo de nós mesmos, perdidos num lugar vai la saber aonde. Nos resta aceitar e engolir as migalhas cotidianas do próximo, se estabelecer em posições e classificações urbanas? Penso em uma estrada longa, perceptivelmente infinita, onde todos nós caminhamos indiferente a situação alheia, sem rumo. A cada esquina deste caminho, altas doses de ansiedade, e que no final venha o triunfo, a transa perfeita, corpos airosos, sentimentos verdadeiros e dinheiro no bolso. Começo 2008 com a usura como companheira e um "será que vale a pena?" povoando meus pensamentos. Estou eu, buscando novos lares, dando um abraço para acomodação, investindo em desconhecidos ambientes, insólitos desejos.
Nas bancas: cartinha minha publicada na Rolling Stone deste mês!
Leia e Ouça:
Sem Palavras - Móveis Coloniais de Acaju.
A Valsa da Solidão - Roberta Sá.
All I Need - Radiohead.
D.A.N.C.E - Justice.
Bossa Nostra - Nação Zumbi.
REFLEXÃO (clichê clássico): Nós nascemos sozinhos. Nós vivemos sozinhos. Nós morremos sozinhos. E qualquer coisa neste intervalo que possa nos dar a ilusão de que não estamos sós, nós nos agarramos a ela. - não achei o autor!
Nas bancas: cartinha minha publicada na Rolling Stone deste mês!
Leia e Ouça:
Sem Palavras - Móveis Coloniais de Acaju.
A Valsa da Solidão - Roberta Sá.
All I Need - Radiohead.
D.A.N.C.E - Justice.
Bossa Nostra - Nação Zumbi.
REFLEXÃO (clichê clássico): Nós nascemos sozinhos. Nós vivemos sozinhos. Nós morremos sozinhos. E qualquer coisa neste intervalo que possa nos dar a ilusão de que não estamos sós, nós nos agarramos a ela. - não achei o autor!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Onde Marte ama Marte e Vênus pode passear de mãos dadas com Vênus sem se preocupar.
Chego em 2008 querendo menos intolerância humana, que expressar sentimentos não seja crime,que mãos dadas nao virem pecado, parece mais um texto clichê de campanha contra o preconceito, mas eu sinto na pele a árdua missão de não amar em público, e sou obrigado a vislumbrar a hipocrisia social. Vamos em frente aos poucos rachando as amarras sociais, os desvalores culturais, com coragem na cara e dispostos a quebrar o paradigma de um amor tão puro transformado em "amor profano", terminando com a clandestinidade da relação homossexual, desmistificando o título de relações descartáveis, mesmo também tendo este direito, já que este tipo de comportamento também vemos na relação hetero. A "putaria" varia de pessoa a pessoa de acordo com seus valores e não com base em sua sexualidade, como canta a bela Roberta Sá: "Acho que estou pedindo uma coisa normal, Felicidade é um bem natural".
Aí vai a clássica listinha dos melhores de 2007:
INTERNACIONAL
1. Amy Winehouse: O ano foi com certeza dela, não só pela aparição nos tablóides, mas pela sua voz inconfundível, deve ser a grande vencedora do Grammy, além de seu albúm ser o mais vendido do Reino Unido este ano, desbancando Mika e Arctic Monkeys. A diva foi onipresente nas listas de melhores do ano, agora torcemos para que ela passe dos 30 anos de idade, tem até site gorando a coitada: http://www.whenwillamywinehousedie.com/. O hit do ano também é dela: Rehab.
2. Radiohead: Eles lançaram o albúm mais falado do ano “In Rainbows”, quer pagar quanto?Olha a última dos caras: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u359856.shtml
3. Arctic Monkeys: com o cd Favorite Worst Nightmare consolidaram a importância da banda no rock contemporâneo, a vinda ao brasil, ainda ficaram com a medalha de prata nos mais vendidos do Reino Unido.
NACIONAL
1. Vanguart: superestimado pela crítica nacional, os caras são talentosos, tem chance de preencher o buraco deixado pelo Los Hermanos, show no Outs surreal, com direito à interatividade da platéia bêbada, hahaha.. Alias Sr. Hélio Flanders não consigo achar o significado da palavra: incertidumbre.
2. Vanessa da Mata: o novo Cd "Sim" foi o albúm que mais embalou minha vida, fez de trilha sonora para mim em 2007, Boa Sorte explodiu nas rádios!
3. Roberta Sá: depois da derrota no Fama, ela deu volta por cima, faz samba de melhor qualidade, melhor que Maria Rita, paixão a primeira vista.
Aí vai a clássica listinha dos melhores de 2007:
INTERNACIONAL
1. Amy Winehouse: O ano foi com certeza dela, não só pela aparição nos tablóides, mas pela sua voz inconfundível, deve ser a grande vencedora do Grammy, além de seu albúm ser o mais vendido do Reino Unido este ano, desbancando Mika e Arctic Monkeys. A diva foi onipresente nas listas de melhores do ano, agora torcemos para que ela passe dos 30 anos de idade, tem até site gorando a coitada: http://www.whenwillamywinehousedie.com/. O hit do ano também é dela: Rehab.
2. Radiohead: Eles lançaram o albúm mais falado do ano “In Rainbows”, quer pagar quanto?Olha a última dos caras: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u359856.shtml
3. Arctic Monkeys: com o cd Favorite Worst Nightmare consolidaram a importância da banda no rock contemporâneo, a vinda ao brasil, ainda ficaram com a medalha de prata nos mais vendidos do Reino Unido.
NACIONAL
1. Vanguart: superestimado pela crítica nacional, os caras são talentosos, tem chance de preencher o buraco deixado pelo Los Hermanos, show no Outs surreal, com direito à interatividade da platéia bêbada, hahaha.. Alias Sr. Hélio Flanders não consigo achar o significado da palavra: incertidumbre.
2. Vanessa da Mata: o novo Cd "Sim" foi o albúm que mais embalou minha vida, fez de trilha sonora para mim em 2007, Boa Sorte explodiu nas rádios!
3. Roberta Sá: depois da derrota no Fama, ela deu volta por cima, faz samba de melhor qualidade, melhor que Maria Rita, paixão a primeira vista.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
No Balanço Do Amor
Nossa acho que estou um pouco sem inspiração, por isso me relutei em atualizar este blog, será que porque estou apaixonado? Acredito piamente que a depressão seja mais inspiradora que o amor, mas enfim até quando vou fugir? Começando por este título cafona e piegas, nossa o amor nos faz assim, um porre!hahahaahaha. Sempre fui mais amigo íntimo da solidão, achava o amor algo utópico e distante da minha personalidade. Além de falar sobre amor, irei fazer o balanço deste ano.
Pensando bem, não farei balanço algum, retrospectivas não são comigo, hahahahaha, termino este ano com o coração célere para o próximo, nossa como ando cheio de expectativas, não sei se isso é bom ou ruim. Vejo 2007 eu como uma fênix, afinal parei minha vida profissional e meus estudos em função de organizar minha vida pessoal que há tempos estava jogada as traças em qualquer canto ai.
Mas não me arrependo em nenhum instante, as coisas aconteceram como eu queria, pois diante da "sociedade dos vencedores e felizes" isso parece um discurso de um típico fracassado, mas não me sinto um derrotado, por vezes tinha a sensação de ver minha vida passar pela janela e eu inerte, mas hoje é diferente, vivo intensamente como jamais vivi.
Pensando bem, não farei balanço algum, retrospectivas não são comigo, hahahahaha, termino este ano com o coração célere para o próximo, nossa como ando cheio de expectativas, não sei se isso é bom ou ruim. Vejo 2007 eu como uma fênix, afinal parei minha vida profissional e meus estudos em função de organizar minha vida pessoal que há tempos estava jogada as traças em qualquer canto ai.
Mas não me arrependo em nenhum instante, as coisas aconteceram como eu queria, pois diante da "sociedade dos vencedores e felizes" isso parece um discurso de um típico fracassado, mas não me sinto um derrotado, por vezes tinha a sensação de ver minha vida passar pela janela e eu inerte, mas hoje é diferente, vivo intensamente como jamais vivi.
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